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Quebrando os mitos sobre o HIV-Positivo?Falar sobre o HIV-positivo revela-se bastante importante, sobretudo nestas sociedades de risco em que actualmente nos encontramos.

 Sobre o HIV+ tanto se fala quanto se desconhece, durante muito tempo, especulou-se que o HIV+ fosse a doença dos LGBT,  porém, HIV significa (Vírus da Imunodeficiência Humana).
  O HIV está presente nestes fluidos corporais, tanto na forma de partículas livres como em células imunitárias infectadas. As principais vias de transmissão são as relações sexuais desprotegidas, a partilha de seringas contaminadas, e a transmissão entre mãe e filho durante a gravidez ou amamentação. o que significa que qualquer ser humano vivo, está em risco de contrair este vírus.
Ainda assim, muitas pessoas continuam a pensar que o HIV é doença dos outros, e acreditar que nunca contrairão este Vírus. Esta atitude faz com que as pessoas rejeitem, estigmatizem e discriminem os que padecem do vírus em causa. Quando ficamos a saber que X é HIV+ a primeira coisa que a maioria de nós pensa é que a X contraiu o vírus sexualmente, deixando de lado todas as outras formas de possível transmissão, como o uso de objectos cortantes não esterilizados, o aleitamento materno, etc.
Pior ainda, se o X for uma pessoa a qual temos acesso, proferimos o que Cecil Baldwin chama de "death words" nomeadamente, sinto muito, que mau, que chato. Para além disso, de acordo com Cecil Baldwin (2017) muitos são os que se distanciam, pensam que ao partilhar a mesma cadeira, colher, a mesma casa de banho podem ser infectados. 

Como educar as pessoas a quebrar os mitos sobre o HIV+

As pessoas que se comprometem com as campanhas de sensibilização, devem delinear estratégias eficazes, capazes de fazer perceber as pessoas a essência da mensagem. Não é a quantidade das campanhas que erradicam o problema, mas a qualidade das acções, "não importa quanto você faz, mas quanto amor você coloca no que faz, não importa importa quanto dizes, mas quanto amor você coloca no que diz" (Cecil, 2017 in Sair do armário com o HIV+).
Devemos arranjar formas certas de sensibilizar as pessoas para a mudança positiva, podemos recorrer às representações: teatrais, a arte da Pintura, formações entre outras formas de sensibilização, mas não podemos fazer de contas que o problema não existe. Hoje não é directamente contigo, mas amanha pode ser com seu filho, sua mãe, sua irmã, pode ser contigo.  

#Amudançaestácomigo & #emTi

#AMAVconselhos


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