Jovem Moçambicana emigra para Europa e fica a pastar cães para sobreviver

Órfão de pai e filha de mãe camponesa do Sul de Moçambique, a bolseira de 27 anos de idade emigrara para o Ocidente a fim de fazer um curso superior.

Tudo indica que teve uma bolsa a prazo certo, entretanto, a Universidade prolongou o prazo, o curso que deveria terminar em 2 anos tem agora mais 6 meses, "agora quem é que vai pagar as propinas, o alojamento, a alimentação e o transporte?" Questiona-se a jovem depois de ter sido recusada a prorrogação da bolsa.

A estudante revela à nossa entrevista que tentou pedir financiamento a mais de 10 instituições, incluindo a Gulbenkian e ao Instituto Camões de Lisboa, sem sucesso, "não  é fácil encontrar alguém para financiar os 6 meses da Tese mas continuo a tentar..."

" Tem coisas que chocam a minha identidade enquanto moçambicana...passeio o cão, é melhor do que voltar a casa sem o mestrado ...
" nos confessou a estudante que luta para concretizar o sonho de terminar o mestrado com sucesso.

Atualmente a jovem se encontra a estagiar na Linha Nacional de Apoio à Vítima, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, "é uma equipa excelente, apesar de ser uma linha para vítimas de crimes, que muitas vezes experenciaram violência graves, eu esqueço os meus problemas, coloco o sorriso para conseguir ajudar  quem nos liga" concluí a estudante afirmando que está a gostar do trabalho que faz no seu local de estágio.

Notícia baseada em história real.

#AMAVconselhos


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